Henrique Mayer

Um depósito de idéias

Drupal

Eu costumo estudar as ferramentas e frameworks atuais na área em que atuo, ao invés de simplesmente eleger uma padrão e fechar os olhos.
A alguns anos atrás eu testei o Drupal, um CMS /CMF que não me agradou muito, meio durão e com aquela cara de portal de notícias (blog), ele estava na versão 4.6. Ainda lembro do Pedro Faria tentando me ensinar a usar ele, sem muito sucesso, eu ainda achava o bom e velho código manual melhor.
Hoje com a versão 7.4 ele ainda tem essa mesma cara de blog legalzinho, mas com a administração cheia de overlays e ahah, muito elegante, mas continua com aquela cara de durão e inflexível.

Todo esse tempo o Drupal nunca me animou à usá-lo, não me passava a idéia de flexibilidade e eu sempre achei ele muito básico. Pois bem, eu estava errado, a ferramenta é incrivelmente superior à diversas outras ferramentas que eu usava. Estudando o sistema de módulos dele, entendi como é que um módulo consegue alterar coisas tão específicas, do funcionamento ou da interface, de forma tão fácil e segura. E é exatamente nestes módulos que mora a força do Drupal, ele sozinho não serve pra muita coisa, mas com os módulos ele é capaz de ficar irreconhecível, com “super poderes” se assim podemos dizer.
Hoje trabalho com o Drupal, e em breve, vou migrar este blog de Wordpress para Drupal, essa ferramenta que me fez dar o braço à torcer. Antes tivesse visto isso antes.

Qual vai ser a próxima ferramenta que vai ser tão boa assim?

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  • A ponte do rio não cai.

    Eu moro na localidade de Ólhos D’Água, um lugar mais retirado da “cidade”, onde normalmente se encontram pontes de madeira e estradas de chão batido e cascalho, muita poeira ou barro, dependendo do tempo.

    Uma das quatro pontes que eu passo para ir e voltar de casa estava em um estado de conservação muito ruim, o telhado estava caindo, já haviam sido retiradas algumas telhas e tesouras que estavam prestes à cair, para evitar que pudessem machucar alguém ou destruir algum veículo. Não sei quem retirou, mas agradeço, pois poderia ter caído em cima da minha moto ;-)

    Com o intuito de informar a Diretoria Geral de Obras da situação da ponte, eu enviei um e-mail pra eles, anexando algumas fotos da ponte, mostrando a situação e pedindo que me fosse dada alguma resposta. Pra mim uma resposta é simplesmente uma resposta, poderia ser apenas “te vira com a ponte”, ou “putz, tá feia a coisa, vamos ver o que dá pra fazer”. Não recebi a resposta, na verdade nem sei se leram meu e-mail, mas em pouco mais de uma semana, numa sexta-feira, eu pego minha moto pra ir ao trabalho e dou de cara com a estrada bloqueada, sem saber o que era eu dei a volta e saí por um acesso secundário.

    Naquele fim de semana eu não fui mais para casa, tinha combinado de viajar com a minha noiva, voltei apenas na terça-feira. Para a minha surpresa a ponta esta totalmente diferente, o telhado havia sido retirado e também alguns ajustes nas madeiras foram feitos, um ótimo trabalho, a passagem ficou muito mais segura pra todos nós da localidade.

    Me atrasei um pouco, mas mandei um novo e-mail para a Diretoria Geral de Obras agradecendo à atitude de consertar a ponte. Novamente não sei se leram o meu e-mail, mas depois do que aconteceu seria muita falta de consideração eu não agradecer.

    Assim era a ponte:
    ex-Ponte Coberta de Olhos D'Água

    Fotos da ponte

    ex-Ponte Coberta de Olhos D'Água

    Fotos da ponte

    ex-Ponte Coberta de Olhos D'Água

    Fotos da ponte

    ex-Ponte Coberta de Olhos D'Água

    Fotos da ponte

    ex-Ponte Coberta de Olhos D'Água

    Fotos da ponte

    Antico Window Manager

    Andei procurando um gerenciador de janelas baseado em Qt, mas que não fosse o KDE, somente à título de curiosidade mesmo.

    Minha busca passou por poucos gerenciadores, pois não existem muitos criados com essa biblioteca, um deles me chamou a atenção, que foi o Antico. Um gerenciador leve e simples, e ainda muito bonito.

    Infelizmente o desenvolvimento foi descontinuado, mas o Antico roda em sistemas Linux modernos, é baseado na Qt4 e não depende de outras bibliotecas (como kdelibs, etc…) o que o torna interessante para rodar em máquinas mais modestas que não aguentariam um KDE ou Gnome.

    A tradução para pt_BR não existe no projeto oficial, mas eu tomei a liberdade de traduzí-lo e disponibilizar um repositório com a atualização no github.

    Download do Antico com a tradução em http://hmayer.github.com/antico

    Antico

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  • Opalão

    A reforma do meu Opala, recém no início, as fotos podem ser conferidas aqui http://www.henriquemayer.me/fotos/thumbnails.php?album=1

    A cor final dele vai ser um Vermelho Ibérico, é um vermelho um pouco alaranjado, muito bonito.

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  • Uma luz no fim do túnel

    Parece que o povo de Taquara anda muito bem representado na câmara de vereadores, segundo o portal Jornal Panorama, entraram com uma menção de repúdio à esse ato ridículo de bloqueio do portão de acesso à faccat. Segue link da notícia http://www.jornalpanorama.com.br/?p=16319

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  • Ocorrências estranhas

    Estranhamente uma das pessoas que entrou nesse processo de bloqueio do tráfego contra a FACCAT foi almoçar hoje lá no restaurante da instituição.
    E pasmem, usou o próprio portão que ela mandou fechar… se isso não for hipocrisia a minha enciclopédia está com defeito de impressão.

    É bem o que Marcos Kayser afirma quando cita Thomas Hobbes, o cara é um gênio.

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  • Restrição do tráfego

    Citando o Professor Carlos Fernando Jung em um e-mail recente:

    Prezados alunos, amigos, colegas e irmãos.

    Em relação a restrição do horário à saída no portão principal de nossa instituição, fato este público e de conhecimento geral, a qual considero que nosso ilustre Diretor Geral foi motivado a acordar com a Promotoria Pública da Cidade de Igrejinha, RS, por constantes e incessantes reclamações de perturbação de sossego público de parte dos moradores da Associação AMOFÁTIMA, não poderia me furtar de considerar o seguinte:

    Em relação ao fato, tento ainda compreender as circunstâncias que motivaram o “desejo” dos moradores de evitar o tráfego de veículos por uma saída de propriedade particular à via pública por alegação de perturbação do sossego e, em contrapartida, desejar o direcionamento do tráfego por outra saída também à via pública, onde de igual forma residem cidadãos com iguais direitos e deveres.
    Talvez seja de difícil compreensão porque considero fundamental o que diz a Constituição Federal do Brasil em seu “Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade [...]” Constituição Federal do Brasil, Dos Direitos e Garantias Fundamentais, Capítulo I – Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos.

    No entanto, encontro em Kayser (2007) citando Hobbes 2004) um fragmento à compreensão do fato: “Um, conformado àquela igualdade natural vigente entre nós, permite aos demais o mesmo que ele reivindica para si (é o pensamento de um homem temperado, e que avalia seu poder de maneira correta), Outro, supondo sua superioridade frente aos demais, quer ter licença para fazer o que bem entende, exigindo mais respeito e honra do que julga serem devido aos demais (é a exigência de um espírito ígneo)”.

    Lembro, em especial, que: Para elevar o homem aos próprios olhos e torná-lo digno de sua missão sobre a terra é fundamental que se respeite o mais precioso dos bens, a liberdade, patrimônio da humanidade inteira, cintilação celeste que nenhum poder tem direito de obscurecer ou de apagar, pois, é a fonte dos sentimentos de honra e liberdade (GOMES P.’.G.’.M.’., 1969).

    Um fraternal abraço
    Carlos Fernando Jung.’.

    É um verdadeiro desrespeito para com nós alunos, professores, funcionários e também para com a instituição e com os moradores da via para onde o tráfego foi desviado.

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